segunda-feira, 19 de maio de 2008
tenho de dar a mão à palmatória
As verdades são para ser ditas e tenho de reconhecer, portaste-te bem, muito bem mesmo, admirávelmente bem...quase que parecia que ainda existia qualquer coisa entre nós, quando te encostaste a mim para que pudesse ouvir a conversa do teu telemóvel...há anos que não estavamos tão perto, que arrepio, que vontade de sentir os teus braços, de me voltar a permitir baixar as defesas e sentir-me verdadeiramente indefesa... Afinal resta algo do que outrora nos uniu...quase me apeteceu trazer-te para casa e esquecer tudo o que não posso esquecer...
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